sábado, 1 de agosto de 2015

Acidente com ônibus da dupla Marcos e Belutti mata baixista da banda

Ônibus saiu da pista na Serra do Mangaval, perto de Cáceres (MT).
Dupla havia se apresentado no Festival de Pesca do município.

Pollyana AraújoDo G1 MT
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Ônibus saiu da pista e tombou na BR-070 neste domingo (Foto: Assessoria/ PRF-MT)Ônibus saiu da pista e tombou na BR-070 neste domingo (Foto: Assessoria/ PRF-MT)
Um integrante da banda da dupla sertaneja Marcos e Belutti morreu em um acidente na madrugada deste domingo (15), na Serra do Mangaval, na BR-070, a 30 km de Cáceres, a 220 km de Cuiabá. A dupla havia feito um show durante o Festival Internacional de Pesca do município. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, nove pessoas ficaram feridas no acidente com o ônibus que transportava os componentes da banda e a dupla. O baixista Rafael Sales, de 31 anos, morreu no local.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que o baixista Rafael Sales tinha 23 anos, conforme havia divulgado o IML. Em nota, a assessoria de imprensa da dupla Marcos e Belutti informou que o músico tinha 31 anos. O erro foi corrigido às 13h44)
Os feridos foram encaminhados para o Hospital Regional de Cáceres. O estado de saúde das vítimas ainda não foi informado. A assessoria dos cantores informou ao G1 que a dupla estava no ônibus, mas que não se feriu. Logo depois do acidente, os organizadores do festival haviam divulgado que Marcos e Belutti não estavam no ônibus, mas a produção alegou que eles seguiam juntos, mas que não sofreram lesões.
Outros músicos que sobreviveram ao acidente foram levados para Cuiabá e depois embarcaram em direção a São Paulo. No momento do acidente havia neblina, o que teria contribuído para que o ônibus saísse da pista e tombasse. O motorista do ônibus foi submetido ao teste do bafômetro, mas, segundo a PRF, o exame apontou que ele não havia ingerido bebida alcoólica.
A assessoria da dupla informou que Rafael Sales tinha se casado há três meses e que a família do baixista já foi comunicada sobre a morte. O casal não tinha filhos.
Em nota divulgada pela assessoria de imprensa, os cantores lamentaram a perda do amigo.
"Ele nos deixou nesta madrugada de domingo com uma saudade eterna", declarou Marcos, amigo há mais de 15 anos de Rafael. "Vamos continuar a nossa caminhada com o Rafa no coração e Deus para nos consolar e confortar todos os seus familiares", acrescentou Belutti.
Translado do corpo
O corpo dele foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Cáceres e liberado às 12h [horário de Mato Grosso]. Em seguida, será levado para uma funerária da cidade e depois seguirá de avião para São Paulo, onde mora a família da vítima.
O produtor musical e tecladista da banda, James Ramos, que aguarda a liberação do corpo do amigo, contou que o local do velório ainda não foi definido, mas que provavelmente será em Santo André (SP). "Vou comunicar a produção para que o local seja definido com a família, mas provavelmente será em Santo André, onde ele morava", afirmou.
Feridos passam por cirurgia
Dos nove feridos, dois tiveram de passar por cirurgia. A produção informou que o guitarrista e o assistente de palco se recuperam do pós-operatório no Hospital Regional de Cáceres. Eles não correm risco de morte. Logo após receberem alta hospitalar (o que deve ocorrer ainda neste domingo, segundo a assessoria da dupla sertaneja), eles também devem seguir para São Paulo.

Atração do festival
No dia do show da dupla, segundo os organizadores, o evento reuniu cerca de 40 mil pessoas. O festival que começou no último dia 11 encerra neste domingo.
Em nota, os organizadores do festival de pesca disseram lamentar o ocorrido. "O 33° FIPe lamenta o falecimento de Rafael Sales e fica em preces pela recuperação de todos os envolvidos no acidente", diz trecho da nota divulgada à imprensa neste domingo.
Baixista morreu em acidente na Serra do Mangaval neste domingo (Foto: Blog Carlinhos Kha/ tecladista da banda)Baixista morreu em acidente na Serra do Mangaval (Foto: Blog Carlinhos Kha/ tecladista da banda)

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Xuxa fala sobre estado de saúde de sua mãe, que não está nada bem

Postado em ago 17 2014 - 2:37pm Por Lucas Medeiros


Xuxa participou do "Criança Esperança" deste ano
Xuxa participou do “Criança Esperança” deste ano
No “Criança Esperança” deste ano, que foi ao ar neste sábado (16), aapresentadora Xuxa Meneghel, veterana no programa, não conseguiu disfarçar a tristeza. Ela estava bastante abatida por causa do atual estado de saúde da sua mãe Alda.
“Ela não está bem. Estou indo para o hospital agora para ficar com ela. O estado [de saúde] está estável, mas minha mãe não está respondendo nada, nem ninguém. Nenhum estímulo. Passa 24 horas no eletro e não esta respondendo” contou Xuxa.
Aos 77 anos, Dona Alda Meneghel está internada no Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro, desde segunda-feira (11). Há doze anos, ela sofre com a doença de Parkinson, que provoca a degeneração progressiva de células do movimento e equilíbrio.
No início deste ano, ela ficou um mês internada com pneumonia. Enquanto isso, Xuxa continua com a bota ortopédica no  esquerdo, que usa há cinco meses. Ela incomoda muito e esse é um dos motivos da apresentadora estar afastada da TV.
“Domingo passado fiz uma ressonância e os médicos disseram que o osso não esta mais preto, mas tem que ficar branquinho. Odeio bota. Nunca mais vou usar na minha vida”, explicou a loira no programa da Globo

sábado, 22 de março de 2014

Ainda que elas tenham um tamanho aproximado de um dedo humano, especialistas descobriram que os insetos podem alcançar a mesma velocidade que um cavalo de corrida e voar em altitudes bem relevantes.
Pela primeira vez, um estudo detalhado mostrou insetos viajando em alturas superiores a 1 km e atingindo uma velocidade de 59 km/h. Os pesquisadores também examinaram a resistência dos insetos e descobriram que eles eram capazes de permanecer no ar por até duas horas.
Até agora, os cientistas acreditavam que o voo de uma joaninha não passava de 2 metros de distância no seu alcance. Entretanto, os novos dados mostram que elas podem realmente viajar até 119 quilômetros em um único vôo, devido a sua alta velocidade.
O estudo da joaninha comum foi realizado utilizando-se um dispositivo de monitoramento em Rothamsted Research, uma instituição de pesquisa agrícola em Harpenden, Hertfordshire, Inglaterra. Tratava-se de uma análise de dados registrados ao longo de mais de uma década entre duas espécies diferentes, a joaninha de sete pontos e a joaninha arlequim.
Dr. Lori Lawson Handley, da Universidade de Hull, que liderou o estudo, disse: "Quando as vimos nos espaços para vôo, mal podíamos mantê-las sobre controle. Elas eram tão incrivelmente rápidas, pois são feitas para voarem muito bem”.
O equipamento de gravação usado pelos pesquisadores envia sinais de radar na vertical, em forma de cone, a uma altitude de quase 1,5 km. Ele é capaz de detectar o sentido de voo, de velocidade e altitude, de todos os objetos que passam através deste espaço aéreo. Ele também pode detectar o tamanho e a forma de cada item, o que permitiu que a equipe identificar as joaninhas e seus respectivos desempenhos. Enquanto a maioria das joaninhas foi detectada em altitudes mais baixas, entre 152 m e 487 m, a maior altura registrada foi de cerca de 1,1 km.
Há 46 espécies de joaninhas na Grã-Bretanha, mas a sete pontos e a arlequim são as mais numerosas. No mundo, são centenas. Os insetos voam puxando seus distintos ‘cascos vermelho e preto’, denominado élitro, que é usado como protetor das asas anteriores, para proteger os insetos e ajudar a mantê-los estáveis em seu voo, enquanto as asas posteriores mais finas são usados para ajudá-los na alimentação.
Os cientistas descobriram que suas asas batem cerca de 85 vezes por segundo, de forma contínua durante todo o voo. As joaninhas contam com uma dieta rica em proteína, principalmente oriunda de pulgões, para obter energia suficiente para permanecerem no ar.
A pesquisa, publicada na revista PLoS ONE, também descobriu que a velocidade média registrada foi de 32 km/h, embora algumas foram registradas com quase o dobro dessa velocidade. As joaninhas mais rápidas foram vistas nas maiores alturas, onde elas foram capazes de tirar mais proveito da velocidade dos ventos fortes.
O equipamento de monitoramento não foi capaz de determinar em que medida a sua velocidade de voo era devido ao vento forte. No entanto, altas velocidades também foram observadas em uma segunda vertente da pesquisa, que envolveu estudar o voo dos insetos em uma caixa isolada em um laboratório.
O tempo médio de voo foi de cerca de 37 minutos, mas para a surpresa dos pesquisadores, elas conseguiram permanecer no ar por até duas horas.
Dr. Lawson Handley afirma: "Nós estávamos esperando um tempo de duração de 15 minutos. Isso significa que, se elas estão voando em sua velocidade máxima de 59 km/h durante duas horas, eles podem cobrir mais de 100 km com muita facilidade. Se elas estão fazendo isso no campo, nós não sabemos. Elas têm essa capacidade. Este é um outro lado das joaninhas que as pessoas não sabem".
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